domingo, 23 de maio de 2010
Química Forense
Sobre Análise de DNA:
http://www.quimica.net/emiliano/artigos/2007mar_forense4.pdf
Sobre Balística
http://www.quimica.net/emiliano/artigos/2007fev_forense3.pdf
Sobre Manchas de Sangue:
http://www.quimica.net/emiliano/artigos/2007jan_forense2.pdf
Sobre Impressões Digitais:
http://www.quimica.net/emiliano/artigos/2006dez_forense1.pdf
Vinicius
sábado, 1 de maio de 2010
O SEGREDO DA FORÇA
Fonte: Revista Pesquisa FAPESP - Abril/2010
Vinicius
domingo, 18 de abril de 2010
CROMOTERAPIA
Cromoterapia
Várias foram as civilizações antigas, como a egípcia, a grega, a indiana, a chinesa e outras que fizeram uso das cores para tratamento de saúde.
Na China e na Índia a cor era mais relacionada à Mitologia e à Astrologia. Na Grécia muitos filósofos-médicos foram absorver o conhecimento da ciência médica na fonte egípcia, com os sacerdotes-médicos.
A Cromoterapia está intimamente ligada ao antigo Egito assim como a própria Medicina. O vínculo da Medicina ao Egito data de 2800 a.C. com IMHOTEP, considerado o Pai Universal da Medicina, pois foi ele quem escreveu os primeiros livros de Medicina, em rolos de papiros. E também foi ele quem fundou a primeira Escola de Medicina.
Séculos mais tarde, Hipócrates (460-377 a.C.), médico grego, esteve no Egito estudando a matéria Médica com os sacerdotes-médicos, durante três anos. De retorno a Cós, sua cidade natal, fundou a primeira Escola de Medicina da Grécia e elaborou o Juramento Médico baseado nos escritos de Imhotep.
Também o tratamento médico com o uso de cores iniciou no Egito, conforme pesquisas do Dr. Paul Galioughi, autor do livro “La Médicine des Pharaons”, onde relata como os sacerdotes-médicos tratavam os doentes com as cores, utilizando-se de flores e pedras preciosas.
Então, podemos dizer que a Cromoterapia nasceu no antigo Egito; adormeceu milênios; e ressurge como uma Medicina-energética, assim como a Homeopatia e a Acupuntura.
Define-se Cromoterapia como a ciência que utiliza as cores do Espectro Solar para restaurar o equilíbrio físico-energético em áreas do corpo humano atingidas por alguma disfunção.
As 7 cores do Espectro são:
- VERMELHO
- LARANJA
- AMARELO
- VERDE
- AZUL
- ANIL
- VIOLETA
A Cromoterapia traz benefícios aos portadores de qualquer disfunção, começando por aliviar as dores e finalmente pela recuperação dos pacientes, na maioria das doenças.
Salienta-se a eficácia da Cromoterapia no tratamento da ENXAQUECA, doença que atinge um terço da população mundial adulta, conforme estatística da OMS (Organização Mundial de Saúde). A causa principal da Enxaqueca é energética (entrada de energia cósmica pela região occipital), mas pode estar aliada a uma disfunção orgânica como tensão pré-menstrual, má digestão, sinusite, problemas de visão, obstrução das carótidas que conduzem o sangue até os neurônios, compressão das vértebras da coluna cervical, etc...
A Cromoterapia faz o equilíbrio do fluxo energético e trata a causa física, eliminando a dor e restabelecendo a saúde após uma série de aplicações, numa média de dez a quinze.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
PROF. DR. SOUZA -UEMS - É DESTAQUE
Artigo de professor da UEMS é cadastrado na NASA
Armando comemora os resultados da pesquisa
O artigo desenvolvido pelo físico pesquisador da UEMS, prof. Dr. Armando Cirilo de Souza, acaba de ser cadastrado no banco de dados da NASA (Administração Nacional do Espaço e da Aeronáutica), sob o título “Efeito do nitrogênio nas propriedades anelásticas de Nb e liga Nb-1,0%Zr”, fruto de sua tese de doutorado.
“Desenvolvido na área Ciência e Tecnologia de Materiais, o trabalho contribui para o desenvolvimento de novos equipamentos. Este metal é utilizado para fazer os esqueletos de aeronaves, reatores nucleares e cápsulas espaciais já que são metais de alta resistência mecânica, leves e com alto ponto de fusão”, destaca o professor.
Ainda segundo ele, o Brasil lidera o cenário mundial na oferta de nióbio, atingindo uma participação de 92,4 % da produção mundial, justificando, assim, a importância desta pesquisa.
Para a NASA, que trabalha no desenvolvimento das cápsulas espaciais, a pesquisa é inédita. “Para ter um trabalho aceito por uma entidade dessa não é fácil. O cadastro foi feito no banco de dados da Universidade de Harvard, que é operado pela NASA, porque num futuro próximo eles podem utilizar para o desenvolvimento de alguma cápsula ou compartimento das naves espaciais”, apontou Souza.
Comemorando a publicação, o professor destaca: “Um trabalho como esse mostra, registra e qualifica a importância do papel de um pesquisador dentro das Universidades, e principalmente da UEMS”.
Para acessar ao artigo, acesse http://adsabs.harvard.edu/abs/2008JMatS..43.1593S.
Cientificamente
A pesquisa, baseada num metal chamado de Nióbio, teve como objetivo fazer a introdução de átomos de nitrogênio na estrutura do metal e na liga, causando mudanças em sua propriedades de relaxação anelástica, conhecida como um processo termodinâmico proveniente do acoplamento entre tensão e deformação através de determinadas variáveis internas. Uma analogia simples seria como introduzir átomos de carbono no ferro para causar mudanças em suas propriedades, transformar o ferro em aço.
O nióbio é um metal refratário com ponto de fusão de 2468 0C, com excelentes propriedades mecânicas de rigidez, dureza, leveza, estabilidade térmica, estabilidade química, resistência à corrosão, resistência à fadiga, biocompatível com massa específica de 8,75 g/cm3, possui uma alta ductibilidade em relação à maioria dos metais.
Este trabalho contribui para diversas aplicações do nióbio e suas ligas, principalmente nas indústrias aeroespacial, aeronáutica, automobilística, naval, usinas nucleares, aceleradores de partículas, etc. O que despertou interesse da NASA em cadastrar esse trabalho no seus bancos de dados : The SÃO/NASA Astrophysics Data System centralizado na Universidade de Harvard – USA.
domingo, 7 de março de 2010
GRAFENO
ATUALIZE-SE
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u15052.shtml
LIÇÃO DE VIDA
Stephen Hawking usa óculos de raios infra-vermelhos para se comunicar
O físico Stephen Hawking, do Reino Unido, deixará de usar o computador operado manualmente através de seus dedos, e instalado em sua cadeira de rodas. Para se comunicar ele passará a usar agora um par de óculos que emite raios infra-vermelhos.
Stephen William Hawking, 63 anos, é considerado um dos mais importantes físicos teóricos do mundo, apesar de sua doença degenerativa, ainda sem cura, com que convive há mais de 30 anos. Ele é autor do livro "Uma breve história do tempo".
Hawking usava um teclado acoplado a um computador para controlar um sintetizador de voz através do qual podia falar. Devido ao avanço da doença, seus dedos perderam a habilidade de digitar e a comunicação através do teclado de computador começou a tornar-se ineficiente.
O novo dispositivo utiliza raios infra-vermelhos e está acoplado na armação de um par de óculos. Através da movimentação dos músculos da face, Hawking pode desviar a direção dos raios e assim controlar quais letras aparecerão na tela de um computador. O ajudante de Hawking, David Pond, disse ao jornal Daily Mail que o físico gostou da novidade e que com ela consegue escrever mais rápido do que fazia antes.
Stephen Hawking sofre de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). Quando esteve em Genebra, em 1985, teve uma severa pneumonia. Médicos aconselharam a desligar a máquina que o mantinha vivo, mas sua esposa na época não acatou a sugestão. Ele foi depois removido para o Reino Unido e submetido a uma traqueotomia. O cientista se recuperou, mas perdeu a voz.
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO-ASSISTA
http://www.youtube.com/watch?v=gq8ytgfpmTo&feature=related
